VAHANLE INAUGURA PONTE DA RUA DE FRANÇA
No Conselho Autárquico de Nampula
Depois de mais de dez meses de longa espera, os munícipes de Nampula, viram o seu sonho realizado com a inauguração na passada sexta-feira, 06 de Março, da ponte que separa os bairros de Napipine e Namicopo, que fora destruída pela fúria das águas de chuva.
O acto de inauguração foi dirigida pelo respectivo edil, Paulo Vahanle acompanhado por outros quadros daquele Conselho Autárquico sob olhar atento da população dos dois bairros e de outros munícipes que afluíram ao local. O grande ausente foi o secretário de Estado da província que mesmo tendo sido convidado, pautou por não comparecer à cerimónia.
Discursando no evento, o presidente do Conselho Autárquico de Nampula disse tratar-se de um património que vai aliviar o sofrimento da população dos bairros de Napipine e Namicopo em particular e da cidade de Nampula em geral.
Para Paulo Vahanle, a inauguração é um sonho realizado para os cerca de 700 mil habitantes do Conselho Autárquico de Nampula, um imperativo inadiável para a melhoria das vias de acesso na urbe, constituindo assim o cumprimento de outro ponto do manifesto eleitoral do partido RENAMO pelo qual concorreu à presidência daquele Município. " Reconhecendo as necessidades de intervenção estrutural na cidade de Nampula, o Conselho Autárquico se empenhou na criação de condições para que haja ligação entre os bairros de expansão e a zona urbana" disse. Por sua vez, os munícipes daquela autarquia, consideram que a ponte representa um grande alívio porque antes, os residentes daqueles bairros usavam vias alternativas sujeitando- se a riscos de vária ordem. "Nas vias alternativa que usávamos, sofríamos assaltos, principalmente no período nocturno. Com a conclusão da ponte a situação de assaltos está minimizada" afirmou um munícipe presente na cerimónia. Lembrar que o tribunal administrativo tentou sem sucesso por várias vezes impedir a construção daquela infra-estrutura sem motivos plausíveis. A obra custou cerca de 16 milhões de meticais. Sendo que o Conselho autárquico desembolsou cerca de 14.5 milhões e os restantes 1.5 milhões do fundo nacional de estradas.




