Seja Bem Vindo ao nosso Website!                                                                                                               Welcome to our website

 

Webmail

 
Entrar
 
 

Notícias

POPULAÇÕES RURAIS PEDEM MESAS DE VOTO MAIS PRÓXIMAS.

                                                                                    Natália Lopes.

Populações de Massinga pediram a ajuda da RENAMO no sentido de serem colocadas mesas de voto em todas as partes onde há aglomerados residenciais. Este pedido foi repetido por várias vezes, enquanto cidadãos reclamavam pelo seu direito de participar na vida nacional através do voto, durante a última visita da Chefe Regional Sul ao distrito.
“A missão principal da digressão de Gania Mussagy era exortar as populações a participar nas actividades da Democracia.”
A maior dificuldade de contacto com os eleitores, foi encontrada em Massinga, onde um Secretário do Bairro confiscara o batuque do Régulo Ngadhy porque podem ser tocados para chamar as populações às reuniões da RENAMO. Interpelado pela brigada, o referido chefe entregou prontamente os instrumentos sonoros do Muene, pedindo desculpas e explicando que agiram a mando do Administrador Distrital.
"As reuniões foram realizadas mesmo com as hostilidades administrativas” - disse Gania Mussagy em tom vitorioso - “e as populações apresentaram como preocupação a falta de colocação de mesas em locais mais próximos de forma a tornar menos penosas as deslocações longas que são obrigadas a fazer, em estradas péssimas, para chegar aos locais e não puderem recensear-se por falta de películas para fotografias".
Note-se que há quem resida a cerca de 40Km da mesa mais próxima o que implica um percurso de 80 mil metros somando a ida ao regresso.

Análise das Tendências de Voto.

A situação política em Maputo e Inhambane está favorável à RENAMO, conluíu Gania Mussagy, membro da Comissão Política e Chefe Regional Sul da Resistência Nacional Moçambicana, que visitou as duas províncias entre os dias 21 e 30 de Abril último, à frente de uma brigada que integrava deputados e vereadores das três províncias moçambicanas abaixo do paralelo 20, ou, se preferirmos, à volta do Trópico de Capricórnio, para sensibilizar as populações sobre a necessidade e importância do voto.
Falando à nossa Folha no final da digressão, Gania Mussagy mostrou-se preocupada com a falta de medicamentos nos hospitais rurais, destacando nos seus comentários a situação de Zitundo, onde a população se queixa de atendimento discriminado por parte do Governo. Há falta de medicamentos para o Posto de Saúde, que também atende muito mal as partorientes.
As partorientes são obrigadas a lavar os lençóis, pessoalmente e com urgência, porque o Hospital os possui em número exíguo e eles devem ficar prontos para a próxima paciente que vai chegar.
Gania Mussagy também viu fome em Zitundo, e lamenta que os donativos em géneros alimentícios apodrecem nos armazéns porque as distribuições são partidarizadas.
Segundo a Chefe Regional Sul, é necessário ser batuque e massaroca para receber ajuda e como as injustiças sociais levam muitos a recusar filiar-se ao partido do cereal mais comido e cultivado em Moçambique, os produtos não saem do armazém.
Gania cita os membros e simpatizantes da RENAMO a afirmar ironicamente que "as calamidades trazem alegria à FRELIMO que usa da desgraça para obrigar a ter cartão. Se querem ser ajudados, têm de ter cartão porque a RENAMO não tem estrada nem carro. Quem quer ser da RENAMO tem que esperar."
A nossa entrevistada fala também de escravatura em Zitundo.
Os patrões, maioritariamente estrangeiros, violam os direitos laborais dos moçambicanos mandando-os depois reclamar junto aos seus governantes... “Que podem estes fazer, se estão encabritados?” indaga a nossa entrevistada.
"Após três anos de trabalho, o empregado é expulso sem indemnização!!! " - rematou suspirando.
A situação de insegurança vivida na fronteira de PUSI, província de Maputo também veio alistada entre as preocupações que a Chefe Regional Sul transportou consigo depois da sua última visita de trabalho. Zona franca sem legalização, fronteira aberta onde as práticas ilícitas pululam, PUSI é um palco de insegurança para os residentes e visitantes, que têm a espreitá-los, perigos tenebrosos incluindo de morte.(NL)

 

Contacte-nos

Serviços do Partido
Doações ao Partido
Filiação ao Partido
Outros Links

O Presidente da RENAMO

 

  

Afonso M. M. Dhlakama

Preocupação Social

 
  A RENAMO APELA A  TODOS PARA A LUTA  CONTRA O SIDA.
 
 Todos os dias há mais  alguém que é atacado  por um vírus  assassino.
 Há mais alguém que  morre.
 Há mais alguém que  pode matar.
 Está nas suas mãos  parar esse vírus.
 
 SIDA! não há solucão  sem prevencão.
 

 
 

© Todos direitos reservados - Partido RENAMO - 2006